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Blog
de "papo para o ar", a 2 milhas da costa, onde
"arrastão" não entra. |
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«Anda, vem». |
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Sonhara
este momento há muito tempo. - «Já não bastava não ter podido dar umas navalhadas nos cabeças rapadas, ainda tinha que me aparecer o palerma do ruivo», pensou. Tinham combinado tudo. Ele abriria a porta quando ouvisse aqueles dois tiros para o ar. Era ela... Linda, linda... com a Walter de 9mm na mão, bronzeado homogéneo, dentes, palmas das mão e pés alvos, cabelo entrançado em mil cores. Era, sem dúvida, o "Arco-Íris" da sua Vida. Só a certeza de que era única, o mantivera à espera por tanto tempo. Puxou-a
pela mão. Não poderia mais conter o desejo
sufocado de a possuir como fez àquela bolsa na estação do Metro, não
aguentava mais o martírio desse dia. |
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1.
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser? |

«Eu sempre fui Sofista!!
Eles é que não me entenderam!!
E agora, passa p'ra cá a taça dos impostos porque este dedo que aqui vedes, é p'ra meter no cu dos portugueses!!»
(Sócrates)
(... ao menos lubrifica a luva, pá...)
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Quando
chegamos a adultos, passamos a dizer que a "esperança" está
nas crianças e nos tempos que hão-de vir. |
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«Os
portugueses estão entre os europeus que menos se interessam pela política
e mais acreditam em Deus.»
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Há
uns bons 4 ou 5 anos conheci o N. |
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ADDIO Abbiamo spento
per strada le parole, amore mio, Frugo con le mani
le tasche e non ci trovo nulla. Era così ai
tempi dei segreti, Abbiamo spento le
parole. Non abbiamo più
niente da dare. Addio Eugénio
de Andrade (poeta portoghese) |
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Depois da canseira da aula... |
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... e da porcaria das fotos... |
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... o fantástico «Descanso do Guerreiro»!!! |
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...Pois é, afinal, o programa de
treinos do genioglosso e do hioglosso (abençoados
e respeitabilíssimos músculos da língua), não se resume a lamber
«vins & fromages». |
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Amanhã,
preparo-me para as fotos em Paris... |
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DOMINGUEZ ALVAREZ
«José Cândido Dominguez Alvarez, filho de um português de ascendência
galega e de uma senhora natural de Pontevedra, nasceu no Porto em
23/2/1906, e faleceu apenas com 36 anos de idade (a 12/4/1942) vítima de
uma tuberculose provocada por dificuldades económicas que lhe impunham
alimentação deficiente, e por excesso de trabalho, tendo deixado obra
vastíssima em quantidade e qualidade, o que o coloca num lugar cimeiro
entre os principais modernistas portugueses.
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e eu também não me sinto lá muito bem... |
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Regra
geral, não gosto de médicos. A
minha mãe estava em fase terminal. Enfiei uns jeans, ténis,
prendi o cabelo, apertei o blusão de couro até me tapar o nariz e sai
de Casa. «Minha
Senhora»,... estou mais velha do que pensava... Não
me fiz rogada. Sem me benzer ou ajoelhar, confessei ali as dores e os
pormenores mais sórdidos de uma vida atormentada nos últimos tempos. Fez-se
vivo. Penso que, também ele, começava a sentir-se mais calmo no meio da bizarra
situação e balbuciou: Levantou-se
e partiu com o seu livro. O
"murcon" tem agora um blog e eu serei,
seguramente, uma das tipas atentas aos bitaites que ele manda. P.S. já agora, se me permite um conselho: invista em Camilo (talvez, «Coração, Cabeça e Estômago»), assim que se fartar de Eça. |
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...e entretanto,
aqui dos estúdios, ninguém consegue comentar os blog's da Blogger...
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...
este ano entro nos "entas" e passo a ser também Cota... Bom,
resolvi seleccionar algumas coisas e metê-las ali na gaveta
das velharias, não vá o diabo tecê-las... |
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Dia Internacional da Mulher???...
Machos deste país, |
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Até lá... arrivederci, vi voglio un mare di bene!! |
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A
Pedro Santana Lopes -
Pois é, meu caro, eu bem queria dar-lhe na cabeça mas ensinaram-me
que não se bate num morto. |
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Pois é, a Cotada baldou-se
p’ra política e foi ver a “Decaída” (não, não é nada disso
que vocês estão a pensar, ele está óptimo), é simplesmente “La
Traviata”, uma ópera em três actos, com música de Giuseppe Verdi
(1813-1901), libreto de Francesco Maria Piave, baseado no livro de
Alexandre Dumas (filho) "A
Dama das Camélias". Estreou no Teatro de la Fenice de
Veneza, a 6 de Março de 1853 e foi vista pela Cotada 152 anos depois, a
15 de Fevereiro de 2005, depois de a dita senhora perceber que, para lhe
darem música em debates de campanha, preferia escolher a temática e
quem lhe possuiria os tímpanos nessa noite. ... Agora que, o Alfredo Germont
anda metido com a Violeta Valéry, tipa livre, de festas, jóias e o
diabo a quatro, que lhe estourou a massa até ao tutano e aquela desgraçada
ainda teve que lhe aturar o pai, com lamechices moralistas, |
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