março 18, 2005

Come ti amo?

Come ti amo?
Lascia che ti annoveri i modi.
Ti amo
fino agli estremi di profondità,
di altura e di estensione che l’anima mia
può raggiungere, quando al di là del corporeo
tocco i confini dell’Essere e della Grazia Ideale.
Ti amo
entro la sfera delle necessità quotidiane,
alla luce del giorno e al lume di candela.
Ti amo
liberamente, come gli uomini che lottano per la Giustizia;
Ti amo
con la stessa purezza con cui essi
rifuggono dalla lode;
Ti amo
con la passione delle trascorse sofferenze
e quella che fanciulla mettevo nella fede;
Ti amo
con quell’amore che credevo aver smarrito
coi miei santi perduti, 

- ti amo col respiro, i sorrisi, le lacrime dell’intera mia vita!

... e, se Dio vuole,
ancor meglio t’amerò dopo la morte.

(Elizabeth Barrett Browning)

Publicado por cotadaembolsa em 12:00 AM

março 16, 2005

Gloriosos miseráveis


Ao meu avô paterno, quase nada lhe faltava para merecer auréola de santidade.
Era, definitivamente, um homem bom que me deixou uma profunda saudade.
Filho de morgado do Minho, nunca se interessou muito pelo "comércio", que por destino e herança lhe deixara seu pai.
Tinha este "coisa de monta". Armazenista burguês, proprietário de um grande negócio alimentar, ali para os lados da Mouzinho da Silveira e patrão de uma frota de barcos bacalhoeiros, que passavam, aos 6 meses, por terras da Noruega descarregando "o dito" ali no muro da Ribeira.
Tinha também três rapazes que, da menina, a mais velha da prole, não se fala nem se toca.
Nos três "infantes", não se vislumbravam réstias do “jeito” paterno para a «Compra e Venda».
O mais velho, quis cursar direito e foi advogar para os Açores, de onde dava noticias quando precisava de dinheiro para os fraques que exibia em festarolas. Conseguiu o pai que, os dois mais novos, ingressassem na Escola Comercial e levassem até ao fim o sonho do progenitor.
O segundo varão, não mais pensou em “vocações”. "Vendeu" essa "coisa" a bom preço, afogando as “tendências inatas” nos lucros da venda do precioso peixe.
O meu avô, filho mais novo do clã, acalentava amor por Arte, Historia e Agronomia e não pensava duas vezes quando se tratasse de comprar quadros, livros ou quintas e terrenos de cultivo, ali para os lados da Maia.
Tudo isto, perante o desespero de minha avó, senhora de bom coração, chapéu, luvas e exercito de criadas a comando de mordomo que, malgrado anuir na cedência de alguns aposentos do palacete, para alimentar famílias  das redondezas em tempo de guerra ou albergar colecções de ilustres "zé ninguém", não se condoía com pedidos, quando a queriam "lavradeira" nas quintas de seu marido.
Se bem que o negócio prosperasse e que, nesta família, os efeitos da II Guerra tivessem passado ao largo, era conhecido meu avô pela "largueza de mãos" sem olhar a quem "pedia".
Um dos  assíduos frequentadores desta porta solidária, chamava-se Dominguez Alvarez.
Era um "pobre homem", com jeito para a pintura, meio morto de tosse, frio e fome a quem meu avô, também de forma assídua comprava uns quadros por piedade.
Por vezes não queria os quadros, metia-lhe o embrulho na mão e dizia-lhe:
« - Vá-se tratar, homem, vá lá ao médico e diga quanto é.»
Certo é que, as compras piedosas e o «Lá vens tu com outro quadro», resultaram numa colecção de obras deste pintor, espalhadas pela Casa . As recordações da minha infância misturam-se com os óleos de Alvarez.
Pena é que, a sua cotação actual, não o tenha impedido de morrer na miséria.
É esta a sina dos nossos "heróis". Será sempre assim...

 

DOMINGUEZ ALVAREZ

«José Cândido Dominguez Alvarez, filho de um português de ascendência galega e de uma senhora natural de Pontevedra, nasceu no Porto em 23/2/1906, e faleceu apenas com 36 anos de idade (a 12/4/1942) vítima de uma tuberculose provocada por dificuldades económicas que lhe impunham alimentação deficiente, e por excesso de trabalho, tendo deixado obra vastíssima em quantidade e qualidade, o que o coloca num lugar cimeiro entre os principais modernistas portugueses.
O seu corpo está sepultado em Agramonte, e por deliberação da Escola de Belas-Artes, as centenas de
quadros que Alvarez deixou no seu atelier, por assinar, foram autenticadas com um carimbo especial, colocado nas costas, e com a assinatura dos Mestres Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.
De início a sua vida foi de instabilidade, pois o pai, que apenas olhava ao sentido prático e imediato das coisas, queria que o filho obtivesse um curso de telegrafista em Espanha, onde, sob a protecção de familiares, se manteve três anos. Desistindo do curso, regressou ao Porto.
Frequentou o Colégio de Almeida Garrett, foi empregado num armazém de retrosaria e tecidos, e por fim conseguiu (em 1926) a permissão dos seus intentos, ou seja, matricular-se na Escola de Belas-Artes, com a concordância e quase nenhum auxílio do pai, que pretendia, no entanto (por lhe parecer mais rendoso) que Alvarez fosse arquitecto.
Porém, embora tivesse bom aproveitamento, passado dois anos transitou para o curso de Pintura que completou em 1939, com a classificação de 20 valores atribuídos à tese apresentada no ano seguinte.
Ainda aluno, fundou com alguns colegas o grupo «+ Além», que produziu algumas agitações e escândalos locais. Alvarez pintou incansavelmente no Porto e Arredores; pintou em Viana do Castelo, integrado na IV Missão Estética de Férias, dirigida pelo Mestre Joaquim Lopes, onde foi bolseiro do Instituto para a Alta Cultura; e pintou em Santo Tirso, em Coimbra, em Condeixa e em várias localidades do exuberante Vale do Vouga. Mas nas férias, a Espanha «chamava-o» para temporada na Galiza, com fugidas a Castela, à Catalunha e à Andaluzia, a fim de interpretar, pictoricamente, "à-sua-maneira", as povoações pitorescas, os grandes descampados e a majestosa e imponente arquitectura das catedrais, com especial deslumbramento para a de Santiago de Compostela.
Só expôs individualmente uma vez (1936), tendo vendido pouco e mal. Mas o seu nome só começou a ser largamente divulgado a partir de Maio de 1954, quando os pintores Jaime Isidoro e António Sampaio fundaram a Academia Dominguez Alvarez, que deu lugar à Galeria e ao Grupo que têm tão invulgar artista como patrono. A miséria com que viveu, bem como a doença e a morte prematura, marcam de um nimbo lendário a sua memória.
É um caso típico do segundo modernismo português que permaneceu discretamente à margem do aproveitamento por parte do Estado da grande maioria dos artistas da sua geração.»

 

Publicado por cotadaembolsa em 09:22 PM | Comentários (10)

março 14, 2005

venham cá meninas...


  Hoje não tenho mesmo nada para dizer,...só me ocorre a palavra «Monumento»...

Publicado por cotadaembolsa em 07:50 PM

Enfim,... são mulheres...


Cristo morreu, Marx morreu 

... e eu também não me sinto lá muito bem...


 ( W. Allen )



Publicado por cotadaembolsa em 09:37 AM | Comentários (8)

março 12, 2005

Dois murcões e uma manhã de Domingo...

Regra geral, não gosto de médicos.
Tenho-os em fraca conta, talvez porque, por “profissões da família”, fosse obrigada a viver perto deles e por isto lhes conheça os “modus”, bem demais...
A meus olhos, salvaguardadas honradissimas excepções (desculpa mãe), não passam de “vigaristas letrados”, convictos de ser delegados do Divino, vomitando sentenças, a peso de ouro, sobre quem morre ou quem se cura, se entregue em suas mãos.
Tenho ainda algum respeito, pelos velhos “exemplares” de província, pagos a ovos e galinhas, que percebiam um pouco de tudo, até do direito à vida de quem não tem um tostão. Os de agora, não são sequer a pálida herança desses “João Semana”.
A estes, esqueceram-se de lhes ensinar que os “animais” são um todo e não uma parte, especializaram-se num só “órgão”, não tem "olho clínico" e fazem-nos saltar de “colega em colega”, qual repartição de pública, esvaziando os bolsos de quem está já vazio de saúde.
No fim, se o nosso caso for de grande interesse para publicação, interessam-se por nós e neste interesse, ou nos curam ou nos matam.
A realidade é que, se posso, não vou ao médico. Este, é sempre um ultimo recurso,
... a menos que, (como de costume) tropece neles:

A minha mãe estava em fase terminal. Enfiei uns jeans, ténis, prendi o cabelo, apertei o blusão de couro até me tapar o nariz e sai de Casa.
Raramente, saio na figura de quem não acendeu a luz para se vestir, admito até que, quanto ao cuidado com o que meto sobre o “lombo”, nasci do lado errado da península ibérica, mas de algum modo, nesse dia, queria passar clandestina por entre “as gentes”, ou talvez por mim própria.
Vagueei pela cidade até chegar à Foz.
Parei o carro onde nunca antes tinha parado,... apeteceu-me parar mesmo ali.
Fiz, a pé pela primeira vez na vida, o passeio marginal do rio, perdida em mim, como se não conhecesse esta cidade que há muito não me traz segredos.
Todas as lágrimas, não choradas, enchiam-me os olhos, num daqueles clímax que queremos controlar mas que explode ao mais leve estimulo...
Continuava a caminhar, sem ver ninguém. Só eu, o rio e as garças nessa manhã de domingo.
Não sei o que me levou a olhá-lo. Estava sentado num dos bancos da marginal, livro aberto, sol na “fronha” e gorro de lã enfiado até aos olhos.
«Afinal os tipos da “Cais” também se “cultivam”», pensei...
Tinha um rosto familiar, fiz mais dois passos mas uma força estranha fez-me dar meia volta. Aproximei-me. «Se você é quem eu penso que é, está aqui de propósito para me aturar». Com a maior naturalidade, perguntei-lho.

  - Sou sim, minha senhora, levantou-se de repente de olhos arregalados.
 
-  Eu sou a João, sou a João e preciso de falar consigo, acredita no destino?
 
- Porquê, minha senhora?

«Minha Senhora»,... estou mais velha do que pensava...
Não lhe respondi e sentei-me ao lado dele. Presumo que o homem se assustou, pareceu-me atónito e calculo que deva ter pensado que não tinha sorte nenhuma, que afinal aquele gorro caríssimo, não o tornara anónimo, que o ia devolver na segunda-feira, ou que teria preferido levar, por duas manhãs, com as lamurias de um qualquer manfio, playboy de outros tempos mas aos de hoje, incapaz de levantar “o braço do Amor”, ainda que à mão de Deus Pai.
Posso jurar que, quando o homem tirou o gorro, a legenda lhe passou na testa:
«Só me faltava esta maluca, num domingo de manha».

Não me fiz rogada. Sem me benzer ou ajoelhar, confessei ali as dores e os pormenores mais sórdidos de uma vida atormentada nos últimos tempos.
(...e quanto não teriam pago as “amigas” por um relato, pormenorizado, daquele monólogo...)
Acontece que, de facto, sabe-se lá porquê, sou muito mais de ouvir os outros do que de falar de mim... mas aquele "estranho", pareceu-me o “alvo” ideal para uma consulta de psicanálise, sobretudo condicente com a crise nacional e portanto a custo zero. Para além disso, de “sofá” ao ar livre, com o rio de fronte e o sol na “tromba”.
Falei tanto quanto falam as mulheres, bom, talvez mais do que falam as mulheres,... tanto e de tantas coisas,... como se, ao deitar fora  pensamentos “apodrecidos”, me libertasse da visão da carne podre e do rosto desfigurado de minha mãe.
O homem não falou durante aqueles (talvez) 15minutos. Continuava a ouvir-me (penso) com o livro entre as mãos.
 - Sinto-me perdida, disse-lhe.

Fez-se vivo. Penso que, também ele, começava a sentir-se mais calmo no meio da bizarra situação e balbuciou:
 
A alternativa à vida, é viver. Parece-me que, sobretudo,  precisa de falar e chorar. Posso arranjar-lhe ajuda, se quiser. Eu venho na lista telefónica. Apareça.

Levantou-se e partiu com o seu livro.
Fiquei ali por mais algum tempo, sem me reconhecer, sem acreditar que, aquela meia hora, pertencia agora ao espólio da minha vida.
Acho que não lhe agradeci. Não voltei a pensar muito nisto.
Não fui à lista telefónica, nem apareci. Limpa de todos os males, peguei nas minhas forças e esgravatei para cima. Sorrio hoje quando penso, misticamente, que alguém pôs aquele “murcon” no meu caminho, quando eu precisei dele.
Eu sempre gostei de o “ouvir”, não que o homem diga coisas que eu não sei, normalmente não diz. Mas diz as coisas que não dizemos e fala do que não falamos, tudo com aquela ironia positiva que torna os homens irresistíveis.

O "murcon" tem agora um blog e eu serei, seguramente, uma das tipas atentas aos bitaites que ele manda.

P.S. já agora, se me permite um conselho: invista em Camilo (talvez, «Coração, Cabeça e Estômago»), assim que se fartar de Eça.

Publicado por cotadaembolsa em 01:36 PM | Comentários (11)

março 11, 2005

"Suspense" até ao fim...


 - Gostaste do livro, meu amor?

 - Mas é claro que gostei do livro, claro que gostei do livro, como poderia não gostar das coisas que me me dás...

... o problema, é que já o li quase todo e ainda não consegui perceber que é o culpado...
 

Publicado por cotadaembolsa em 09:01 PM | Comentários (2)

Comentus interruptus...

...e entretanto,
aqui dos estúdios, ninguém consegue comentar os blog's da Blogger...


Publicado por cotadaembolsa em 08:20 PM

Resisti ao primeiro...

Pois não parece mas já passou um ano, desde que comecei a ser "Cotada".

... este ano entro nos "entas" e passo a ser também Cota...
Tudo começou em Março de 2004 e desde então nunca mais me calei.
A culpa também é vossa!!!
Foi um ano muito difícil, confesso. Algumas vezes, eu, a que põe o humor à frente do amor, deixei cair uma ou outra lágrima, no meio dos sorrisos que trago sempre estampados na fronha e me agravam imenso a ruga de expressão.
Diz, quem me conhece, que sou uma mulher "sui generis"... francamente, acho-me apenas "Mulher",  sem pretensões a mais nada. Não gosto de extremos, não cultivo radicalismo e considero que há lugar para todas as diferenças que vierem por bem. Sou uma mulher desligada de "coisas pequenas", absolutamente destacada de bisbilhotices, invasões de espaço e sou verdadeiramente má em datas festivas.
Para mim, o homem ideal, é o que compreende esta estranha noção de tempo e espaço, que nem sei de onde me vem.
Ontem, mandei ao meu Amigo Clark a minha sentença sobre o "top ten" do Claque Quente, no ultimo ano. Ele lá saberá porque razão escolheu uma modestíssima jurada,... talvez pelo mesmo motivo que votou CDU, convencido das vantagens de dar lugar aos pequenos...mas dizia eu que, ao mandar esta missiva, me lembrei que o Cotada também tinha feito um ano...
Eu conservo registos de poucas coisas na Vida.
Os meus registos, são as minhas memórias, as minhas experiências e o que de positivo aprendi com elas. Em agosto de 2004, deitei fora todos os post's feitos até então. Hoje tive saudades e pesquisei na Net, se por acaso existiriam... E existem, pois está claro!
Imaginem que, fui à Net buscar o que é meu e não tenho guardado!!!

Bom, resolvi seleccionar algumas coisas e metê-las ali na gaveta das velharias, não vá o diabo tecê-las...
Gostava que soubessem que este blog existe, apenas e só, pelo gozo que me dá. Nele não há outra vaidade senão aquela de vos conhecer e de algum modo, convosco privar.

Publicado por cotadaembolsa em 11:20 AM | Comentários (4)

março 10, 2005

Saudades tuas...

É quando um espelho, no quarto,
se enfastia;
Quando a noite se destaca
da cortina;
Quando a carne tem o travo
da saliva,
e a saliva sabe a carne
dissolvida;
Quando a força de vontade
ressuscita;
Quando o pé sobre o sapato
se equilibra...
E quando às sete da tarde
morre o dia
- que dentro de nossas almas
se ilumina,
com luz lívida, a palavra
despedida.

(David Mourão-Ferreira)

Publicado por cotadaembolsa em 09:10 AM

março 09, 2005

Pele na Pele


A coisa não é inata. Nasceu há uns parcos anos, a par com a vizinhança aos 40 e de braço dado com demais exigências, a bem da sanidade mental, da aversão a tralhas fatelas e gente com cara para capa de revista, que apenas me faz invejar-lhe o cérebro, quando penso em gozar um franco período de repouso mental. 
Um dia, acordamos a saber que já controlamos as loucuras mas certas de que, apenas nos conquistam, as que nos fogem da mão. 
O prazer máximo reside aqui mesmo, no equilíbrio precário entre razão e emoção que vamos gerindo ao sabor do momento, um pouco à laia do «já vi o filme todo mas vou-me deixar ir».
Foi há três meses que o vi...
Passei ligeira, perdida nos meus botões, segura de que já nada me faria apaixonar como da ultima vez e tranquila, por saber que me bastava o que já tinha lá por Casa.
Cruzamo-nos... Ele e eu, separados por um vidro... 
Aprendi em tempos a olhar a pele, a perceber se o "couro do Outro" se identifica com o meu, ou se me será eternamente estranho. A conclusão determina, muitas vezes, o imediato afastamento sem apelo nem agravo.
Gostei dele, sou velha demais para perder tempo e  possuí-o.
Eu cá gosto de peles. 
Só não uso, as que ainda não constam do armário numero 3.
Gosto do cheiro, do toque, de reconhecer a qualidade do bicho pelo que me dizem olhos e mãos. 
Há lá nada melhor que "espetar no lombo" um par de jeans, colocar um dos relógios de ouro da herança de família, montar num belo par de sapatos e cobrir o resto, com um destes mantos primitivos, que nos despertam o prazer do tacto... 
E não me venham com hipocrisias baratas de protecção aos animais, depois de criar gado para abater, ser apologista de touradas, dar pancada na mulher, bisbilhotar sobre a vizinha, fechar a janela do carro ao romeno do semáforo, ou vender pai e mãe para subir no emprego.
Podem andar por aí, com as partes pudibundas ao relento e em protesto manifestado que a minha resposta é a mesma:

Publicado por cotadaembolsa em 11:59 AM | Comentários (9)

março 08, 2005

...e os outros 364???? São p'ra quem???

Dia Internacional da Mulher???...

Machos deste país,
...já que nos inventaram esta ridícula data, sejam solidários, façam apenas o vosso papel e ajudem-nos a sorrir...

Publicado por cotadaembolsa em 06:07 PM | Comentários (10)

março 02, 2005

Não se pire que eu já venho!


Pois a realidade é mesmo esta... Eu não tenho tempo para me "coçar", nem para "esgravatar" no teclado!
Os "meus" italianos, resolveram aproveitar a "onda" gelada que assola a Europa para se meterem, à vez,  rumo ao meu "palais" (aqui entre nós, eu adoro pô-los a cozinhar os meus jantares).
Assim sendo, ontem fui  tratar do primeiro carregamento de massas "Barilla", nos seus mais variados formatos e suspeito que, pelo menos até Maio, não se coma mais nada...
Mas não é só!!
Desde que fui seleccionada para "observar o
Clark" (que pena não ser em underwear ), uma vez que gosto de honrar os meu compromissos sobretudo se com tarefas que me divertem à brava, estou dedicada à obra deste autor.
Não tem sido nada fácil, o homem é verdadeiramente bom e tem as características "agridoces" que me levam à loucura de achar que vale a pena ter um blog.
Claro está que, a inteligência deste  Senhor,  não se fica pela riqueza de temas ou o modo único de os expor, ele demonstra-a de igual modo nas atitudes, senão vejamos:
Haveria outro modo de calar a Cotada?! Pois tá claro que não!
Nada mais a propósito, do que empenhar a dita senhora, para paz dos seus confrades, com um ano de "
Claque Quente" entre as unhas, como castigo de ter perdido alguns "post's" do mais delicioso que por aqui circula.
Volto, assim que recomece a falar português como primeira língua e pouco depois de enviar ao meu amigo os meus modestos bitaites, sobre este ultimo ano de glórias.

Até lá... arrivederci, vi voglio un mare di bene!!

Publicado por cotadaembolsa em 03:31 PM | Comentários (8)